Foi-se o tempo em que o melhor alimento era o que as indústrias produziam com toda sua tecnologia e modernidade. Hoje estamos voltando a um lugar distante e quase esquecido mas que guarda na terra e nos costumes o que podemos ter de melhor em um alimento.

Bom, limpo e justo são os três adjetivos que definem de modo simples as características que deve ter um alimento para responder às exigências de nós, eco-gastrônomos ou amigos da natureza.

O Bom, saboroso, fresco, sazonal, capaz de estimular e de satisfazer os sentidos. Relaciona-se com as sensações de prazer derivadas das qualidades sensoriais de um alimento, mas também à complexa esfera de sentimentos, recordações e aspectos determinantes de identidade, decorrentes do valor afetivo do alimento;

Limpo, ou seja, produzido sem estressar a terra, respeitando os ecossistemas e o ambiente; sem exigir demais dos recursos da terra, seus ecossistemas e meio ambiente e sem prejudicar a saúde humana.

Justo, significa respeitar a justiça social, que por sua vez significa pagamento e condiçoes justas para todos os envolvidos – desde a sua produção até a sua comercialização e consumo.

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