Sabetai Calderoni relaciona economia e meio ambiente

Por erica sena às 20h35 de 05/06/2012

Entrevista dada durante o Seminário SP+LIMPA  da REDE GLOBO na POLI-USP, no dia 05/06/2012

http://redeglobo.globo.com/globouniversidade/noticia/2012/05/seminario-sp-limpa-discute-o-impacto-causado-pelo-lixo.html

‘É difícil pensar no verde fora do contexto econômico’, afirma

A produção de estações de tratamento de esgoto ou a criação de aterros para alocação de resíduos sólidos, por exemplo, exigem não só grandes planejamentos como também grandes investimentos. Por outro lado, um determinado dano ao meio ambiente pode gerar multas altas, assim como desperdícios podem proporcionar valores altos para as contas no fim do mês. Como conciliar, então, a relação custo/benefício com a preservação ao meio ambiente?

Ao longo da entrevista concedida ao Globo Universidade, Sabetai Calderoni responde a essa pergunta, abordando, entre outras temáticas, técnicas de reciclagem, reutilização, educação ambiental e economia. Em suma, ele fala sobre como é possível colocar o termo sustentabilidade em prática.

Sabetai Calderoni (Foto: Divulgação)
Sabetai Calderoni

Autor do livro “Os Bilhões Perdidos no Lixo”, Sabetai Calderoni é bacharel em Economia e Direito, ambos pela Universidade de São Paulo (USP), e possui doutorado em Ciências também pela USP. Possui cursos de pós-graduação e especialização na Grã-Bretanha, nos Estados Unidos e em Portugal. Atualmente, é docente nas áreas de Economia e Meio Ambiente, em cursos de graduação e pós-graduação na USP, UNITAU, ADESG e PM/SP e é pesquisador do NAIPPE/USP. Além disso, é presidente do Instituto Brasil Ambiente (desde 1987); presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável – IBRADES; consultor da Organização das Nações Unidas – ONU e consultor do Banco Mundial.

Globo Universidade – O que levou o senhor a produzir o livro “Os Bilhões Perdidos no Lixo”? Poderia nos falar um pouco sobre as pesquisas realizadas para produzi-lo?
Sabetai Calderoni – Meu pai era um cidadão grego preso no campo de concentração italiano e, no pós-guerra, ele trabalhou na Itália. Lá, havia carência de matérias-primas, tornando a reciclagem algo necessário. Mais tarde, ele veio para o Brasil, formou família e trouxe isso para minha infância. Acabei me formando em economia e direito; fiz urbanismo na Inglaterra e sempre tive um olhar para essas questões. As pesquisas realizadas para produzir o livro se basearam em contatos com cooperativas, sucateiros, prefeitura, pessoas ligadas à tecnologia; professores, órgãos e empresas ligados ao assunto.

GU – O conceito de economia verde vem sendo amplamente discutido dentro do contexto da Rio+20, o senhor concorda com a formulação dessa nova definição? Como a economia pode ser aplicada em prol do meio ambiente?
SC – É complicado falar em economia verde sem ter seu conceito definido. Os conceitos divergem entre os economistas. Para mim, economia verde é aquela ligada à sustentabilidade como dimensão social, ambiental e econômica. É difícil pensar no verde fora do contexto econômico. A economia pode ser aplicada em prol do meio ambiente quando se estabelece uma relação convergente entre as políticas econômicas e os interesses relacionados ao meio ambiente. Como exemplos, há a política referente à lei nacional de resíduos sólidos, que trata da logística reversa (princípio em que as fábricas colocam no mundo embalagens e não deixam os resíduos soltos. Eles devem retornar e ser revertidos para a produção de novos produtos restantes e/ou de suas embalagens). Através de mecanismos econômicos isso é possível, fazendo, por exemplo, um sistema de depósito no entorno das fábricas. Para complementar a atividade, o consumo pode ser estimulado da seguinte forma: se o indivíduo comprar um computador, leva o mais velho e o novo sai por um preço mais baixo. Quem não levar o velho em troca, paga mais caro. Assim a indústria acaba conseguindo matéria-prima sem custos.

GU – A reciclagem permite utilizar o lixo como matéria-prima para outros tipos de produção. Nesse sentido, que mudanças deveriam acontecer em relação à gestão de resíduos sólidos?
SC – Primeiro, a eliminação de lixões. O lixão é um buraco que não possui nenhuma cobertura nem tratamento do solo, proporcionando a contaminação de rios, córregos, etc., o que leva a muitas doenças, também, por conta de roedores e insetos. Já o aterro, ao contrário, é coberto com camadas de terra, o solo é tratado; há todo um trabalho de engenharia. Outra opção é pular o aterro e ir direto para a reciclagem, que gera emprego e renda para as pessoas. Um bom exemplo de sucesso da reciclagem é a Holanda, em que 97% por cento dos resíduos sólidos são reciclados. Nosso único problema ainda é a questão dos resíduos nucleares, mas já estão sendo feitas pesquisas voltados para formas de reutilização desses elementos.

GU – Como o Instituto Brasil Ambiente visa contribuir para a sustentabilidade do país? Poderia nos falar um pouco sobre seus projetos?
SC – Através da tentativa de implantação de cidades sustentáveis, com centrais de reciclagem de resíduos, energia sustentável, edificação, nutrição, processamento de resíduos, saúde e saneamento sustentáveis. Nas edificações, por exemplo, é gerado muito mais entulho do que resíduos domiciliares, e vinte por cento é terra. Esta pode ser reciclada ao ser misturada com baba de cupim para fazer tijolos sustentáveis. Outro exemplo é a coleta da água de chuva para abastecer a casa, com tratamento para que a água já chegue destilada para o consumo. Quanto à saúde, o ideal é que se pratique a saúde preventiva, com visitadores domiciliares para verificar se os indivíduos possuem diabetes, catarata; surdez; verificar a nutrição, ver se está adequada ou não. Em relação a esta última, nas cidades podem ser cultivados hortas e pomares sustentáveis, que geram alimentos baratos e nutritivos e pode ser feita, também, a compostagem de resíduos sólidos, sem precisar gastar dinheiro com a compra de fertilizantes.

GU – Em sua opinião, quais seriam as técnicas mais indicadas para o tratamento de resíduos sólidos no Brasil, levando em consideração a relação custo/benefício para o país?
SC – Para mim, as técnicas mais indicadas seriam a energia sustentável (eólica, solar e nuclear); saneamento sustentável; esgoto comunitário e reciclagem.

GU – Que medidas podem ser tomadas por cidadãos comuns, em suas casas, por exemplo, para que consigam reduzir seus gastos a partir do descarte de seus resíduos sólidos?
SC – Compostagem nos jardins. É só pegar os resíduos e colocar em uma composteira, deixando-os lá por trinta dias. Depois, é só utilizá-los como fertilizante, sem precisar, assim, comprar adubo. Outra atitude é a coleta seletiva, separando papel, plástico, vidro que serão posteriormente reciclados. Pode-se, também, levar determinados elementos, como as latinhas de alumínio, por exemplo, para o sucateiro e, no caso de pilhas, remédios, inseticidas, etc., devem ser levados de volta para o fabricante ou comerciante. Mais uma alternativa é a população fazer reivindicações por centrais de reciclagem.

Sabetai Calderoni publicou o livro ‘Os Bilhões
Perdidos no Lixo’

GU – E em relação às crianças, que medidas o senhor considera importantes de serem tomadas em casa e nas escolas para que elas se conscientizem cada vez mais sobre a importância de preservação ao meio ambiente e incorporem atitudes conscientes no dia-a-dia? O que lhes é ensinado nas escolas, atualmente, já é o suficiente?
SC – As crianças aprendem com os exemplos. Em casa, se não houver desperdício de comida; se a luz for apagada toda vez que um cômodo for esvaziado ou se a torneira for fechada toda vez que não for necessária estar aberta, elas irão repetir essas atitudes. Na escola, deve haver disciplinas que tratem da preservação ambiental, talvez com competições saudáveis, com gincanas e jogos cooperativos que envolvam a ludo-pedagogia.

GU – Atualmente, as cooperativas de coleta seletiva presentes nas grandes cidades são poucas comparadas à quantidade de lixo produzida nesses locais, gerando altos custos para os governos em relação ao tratamento do lixo. Já existem políticas públicas ou, pelo menos, projetos direcionados para a coleta seletiva em grande escala nos grandes centros urbanos? 
SC – Atualmente, existe a Política Nacional dos Resíduos Sólidos. Com essa política, não se pode ter mais lixão, por exemplo. Porém, as leis não estão sendo praticadas suficientemente, para dar conta dos lixos em grande escala.

GU – Em sua opinião, no âmbito acadêmico, como os alunos de graduação de economia, especificamente, podem ser estimulados a pensar a questão ambiental?
SC – Na verdade, eles já estão sendo bastante estimulados. Hoje, há muitas disciplinas nessa área, falando sobre reciclagem do lixo, por exemplo. As universidades têm apostado nas aplicações ambientais e nas novas tecnologias, colocando em prática muitas teorias referentes aos cuidados com o meio ambiente.

GU – Para os graduandos de economia que se interessam pelo tema, quais são as oportunidades existentes no mercado de trabalho?
SC – As oportunidades são gigantescas. Eles podem trabalhar com gestão ambiental, elaboração de políticas ambientais, investimentos econômicos, políticas públicas, desenvolvendo projetos com melhor relação custo/beneficio para os setores público ou privado.

GU – Uma dica de livros e filmes para aqueles que se interessam pelo tema…
SC – Quanto aos filmes, eu indico “O Fazedor de Montanhas”; “Estamira” e a “Ilha das Flores”. Em relação aos livros, indico os Manuais da ONU, que são bem informativos, possuem ilustrações e dados de cada região do mundo, mostrando como está a situação ambiental destes locais.

http://redeglobo.globo.com/globouniversidade/noticia/2012/05/entrevista-sabetai-calderoni-relaciona-economia-e-meio-ambiente.html

 

27 de maio: Movimento Limpa Brasil Let´s do It! em SP

Por erica sena às 14h57 de 21/05/2012


Movimento Limpa Brasil Let´s do it! chega ao país com ações nas principais cidades


Maior movimento de mobilização social do mundo pretende conscientizar a população em relação ao descarte de resíduos em São Paulo no dia 27 de maio


O Limpa Brasil Let’s do it! é um movimento de cidadania e cuidado com o meio ambiente que pretende incentivar a reflexão para a mudança de atitude do cidadão brasileiro em relação ao hábito de jogar lixo fora do lixo. A principal meta é despertar a responsabilidade individual das pessoas em relação aos resíduos que produz, incentivando o engajamento para limpar as cidades e, o que é mais importante, mantê-las limpas.


O projeto, que nasceu na Estônia e já atingiu 140 países, foi trazido ao país pela empresa Atitude Brasil, com a colaboração da UNESCO. No Brasil, a ação do movimento já passou pelo Rio de Janeiro, Brasília, Goiânia, Campinas, Mauá, Santo André, Diadema e São Bernardo do Campo reunindo 50 mil pessoas e recolhendo 704 toneladas de material reciclável. No próximo dia 27 de maio, a população de São Paulo será convidada a exercer a sua cidadania e mostrar que é possível mudar a realidade de uma cidade que produz 18 mil toneladas de lixo por dia. Esse número alarmante pode ser sentido no nosso cotidiano nos dias de enchentes e alagamentos, no alto índice de doenças transmitidas pelo lixo que afetam a população mais carente de São Paulo e pelo custo gerado : R$ 965 milhões por ano.

Os interessados em participar do movimento devem se cadastrar pelo site 

www.limpabrasil.com para receber mais informações sobre as ações. Os materiais recicláveis recolhidos serão doados às cooperativas de catadores que já atuam nas cidades. Já os rejeitos ficarão sob a responsabilidade das prefeituras, que encaminharão esses itens para os aterros sanitários.


Depois de São Paulo, o projeto avança para outras regiões do país, passando por cidades como Porto Alegre, BH, Vitória, João Pessoa, São Luís e Belém. Após a ação em cada cidade participante, há um show gratuito para a população, com grandes astros da música brasileira. Esses eventos tem uma dinâmica especial, cujo mote será “do meu lixo cuido eu”. A proposta é que os artistas cobrem dos espectadores a limpeza do espaço, propondo que cada um se responsabilize pelos resíduos que produzir e, portanto, realizando uma inovadora ação de conscientização: o primeiro show limpo do Brasil.


Entre as personalidades apoiadoras do projeto estão Tião Santos, protagonista do documentário “Lixo Extraordinário”, os músicos Chico Buarque, Milton Nascimento e Seu Jorge, os atores Wellington Nogueira, Marília Pêra, Marisa Orth, Darlan Cunha, Alice Braga e Cássio Reis, os apresentadores Edgard Piccoli, Marina Person, Chris Nicklas e Didi Wagner, os humoristas Rodrigo Capella, Marcelo Marrom, e o escritor Ferréz.

O movimento conta ainda com o patrocínio nacional das empresas Vale, Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil, Braskem Estre, Avianca e Oi, com o patrocínio local do Grupo Pão de Açucar, KPMG e com o apoio do Governo Federal, Ministério das Relações Exteriores, Oi Futuro, Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis, Movimento Do Meu Lixo Cuido Eu, Rede Globo, Canal Futura, TV

www.limpabrasil.com

Cultura, MTV, Rádios CBN, Estadão ESPN e Eldorado, Jovem Pan Online, Revista Istoé, Editora Trip, Revista Brasileiros, gráfica Stilgraf, agência Leo Burnett, Pepper Interativa, 1dasul e Embalixo.


Cronograma de ações previstas


27 de maio: São Paulo

17 de junho: Belo Horizonte

24 de junho: São Luis

24 de junho: Belém

05 de agosto: Porto Alegre e Vitória 02 de setembro: João Pessoa

Ação em São Paulo


Para saber os detalhes da ação em São Paulo, acessehttp://limpabrasil.com/blogs/saopaulo/


Onde retirar o kit (saco +luva) para participar da ação: 

http://limpabrasil.com/blogs/saopaulo/retire-o-seu-kit/


Pontos de Entrega do resíduo recolhido

http://limpabrasil.com/blogs/saopaulo/pontos-de-entrega/

Sobre a Atitude Brasil

A Atitude Brasil é uma empresa de comunicação social, cultural e ambiental, especializada no desenvolvimento de programas e projetos com foco nos princípios da sustentabilidade e na democratização do conhecimento. Criada em 2005, a organização é responsável pela concepção e realização do Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade – cuja quinta edição acontecerá em Brasília nos dias 20 e 21 de setembro de 2012 – e pela organização do projeto ‘Limpa Brasil Let´s do it!’, programa que visa mobilizar a população para a limpeza das principais cidades do Brasil e conscientizar a sociedade em relação ao tratamento e descarte correto dos resíduos sólidos.


Informações para a imprensaMárcia Soares(11) 3815.6400 ou (11) 7825.8954 – Nextel 126*108409marcia.soares@limpabrasil.com

E aí, usar ou não as sacolas plásticas?

Por erica sena às 14h31 de 29/01/2012

Em 2009 escrevi este artigo, e hoje vejo que ele se encaixa no momento atual.  

Consumidor verde recusa sacolas plásticas, e você?

É impossível negar nossa índole consumista, mas atualmente já existem pessoas que se preocupam em comprar produtos e embalagens que agridam menos o ambiente, os chamados “consumidores verdes”.

Sei que existem inúmeros pontos a serem discutidos, mas vou ao que mais me irrita: a oferta das sacolas plásticas em todos os comércios. Sempre me pergunto por que ainda são usadas em escalas logarítmicas, já que não são resistentes (quem nunca teve uma sacola rasgada e a mercadoria rolando no chão), machucam as mãos, e além do mais, são verdadeiras pragas ao meio ambiente, e certamente para os coletores de lixo, ao ter que ficar pegando em frente às casas as várias sacolinhas depositadas. Que horror!!!! É tempo de acabar com isso!!

A sacola plástica leva cerca de 300 anos para se decompor, e muitas delas vão parar nos mares interferindo no ecossistema.  Se pensarmos que mundialmente circulam bilhões ou trilhões de sacolas plásticas por ano, e que de cada dez, oito são mandadas para aterros e apenas duas recicladas em nosso país, conseguimos estimar o estrago que isso causa ao planeta.

Fica claro que uma mudança de atitude deve ocorrer mundialmente para abolir as sacolas plásticas. Aqui no Brasil muitas prefeituras apresentam essa preocupação, criando incentivos para que redes de supermercados, padarias, lojas e outros estabelecimentos façam uso de sacolas retornáveis, diminuindo assim o seu descarte na natureza.

Depois de saber tudo isso, que tal comprar uma sacola retornável para suas idas ao supermercado, feiras, etc.

A natureza agradecerá! Com certeza achará uma sacola que combine com você!

Érica Sena: bióloga, gestora ambiental e educadora- 2009

 

 Atualmente a mídia e os consumidores se dividem opinando contra e a favor da distribuição gratuíta das sacolas plásticas nos supermercados.
  Tenho visto inúmeras matérias falando mal das ecobags, das caixas de papelão, e outras falando mal das sacolas plásticas. Analisando tudo isso, noto que ficou um jogo de interesses mais econômicos do que ambientais, e que não levarão a nada, pois os consumidores se sentem lesados e perdidos.
Faltou trabalhar esse tema com as ferramentas da Ed. Ambiental.
O problema é mais embaixo…
Acho que o grande problema não é este: se devemos ou não embalar as compras com sacolas pláticas, ecobags, caixas de papelão, mas sim a quantidade de embalagens usadas diariamente e descartadas incorretamente no meio ambiente ( rios, mares, ruas) ou indo para aterros.
Eu há anos levo sacolas retornáveis ou carrinhos de feira ao supermercado, evitando trazer dezenas de sacolas plásticas, usando- as apenas quando necessárias.
Não me sinto  uma ECO OTÁRIA ao usar ecobags, já que não as comprei das grandes redes de supermercado.Faço uso dos 5 R´s ( Repensar, reduzir, recusar, reutilizar e reciclar), e não vou pela cabeça da mídia, mas sei que uma grande % da população vai, o que me preocupa.
A mídia está a favor da sustentabilidade ou contra?
O que realmente falta dentro do consumo?
  Precisamos de campanhas de Educação Ambiental que conscientizem os consumidores à utlizarem sem excesso as embalagens, e principalmente que façam coleta seletiva, destinando corretamente para reciclagem,  e não jogando em qualquer lugar.
Infelizmente tenho vivenciado no dia-a-dia que muitas pessoas, automaticamente, jogam embalagens de água, salgadinho, balas, etc, no chão, geralmente sem pensar no impacto disso no meio ambiente. Acho que faz parte da nosso cultura.
E é nesse ponto que a mídia deveria trabalhar criando campanhas para sensibilizar a todos, e não ficar dividindo opiniões, e enfraquecendo a luta em prol da sustentabilidade.

Concluindo sobre o uso das sacolinhas:
Se os consumidores usassem na medida certa todas as embalagens, destacando as sacolas plásticas, e as descartassem corretamente, mandando-as para a reciclagem, não teríamos que passar por essa polêmica,não acham?
Imagens elucidativas:

O uso das sacola pláticas no mundo ( Edênia Mandacaru)

 

Folha.com-1

 

Folha.com-2
Folha.com- 3
Leia algumas matérias sobre as sacolas plásticas
Imagens: Folha.com:
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1038948-supermercados-de-sp-param-de-fornecer-sacola-hoje.shtm

Érica Sena

Embalagem: a mocinha das vendas, mas a vilã do planeta!

Por erica sena às 16h28 de 28/04/2011

O consumo desenfreado se tornou evidente quando a sociedade pôde desfrutar de várias facilidades para se adquirir um produto: variedade de marcas nacionais e estrangeiras, parcelamento de contas através dos vilões cartões de crédito e financiamentos; além do massacre da mídia em propagandas que fazem crer que ter nos levará a um estado de felicidade e poder eterno.

Esta facilidade gerou consumidores famintos por novidades, e dependentes de marcas como necessidade de status. Bem, não estou aqui para avaliar os diversos lados, mas às consequências do consumismo no meio ambiente.
 
Nunca se adquire apenas o produto, mas sim um aglomerado de papéis, plásticos, isopores, papelões, _ tas, a qual se  dá o nome de embalagem, tendo seu conceito inicial de proteção do produto, mas transformado em uma estratégia de marketing para valorizar o conteúdo, aumentar o seu preço e fascinar os compradores, e finalmente virar lixo residencial. Já repararam o lixo colocado nas ruas depois de festas de aniversário, Natal, etc.? Quase 100% é de embalagem!
 
A frase “Se a propaganda é a alma do negócio, a embalagem é a alma do produto”, esclarece essa importância, mas ambientalmente falando sua produção gasta: água potável, energia, e recursos naturais diversos. Depois de usada, quando não reciclada, nem reaproveitada, destina-se aos problemáticos aterros sanitários.
 
O  consumo está arraigado em nossa cultura, e pode ser tolerado se houver consumidores mais conscientes, que preferem produtos de qualidade e durabilidade, feitos com embalagens menos agressivas, voltados ao conceito da sustentabilidade. É necessário enlaçar a modernidade com a sustentabilidade, através de atitudes coerentes com esse momento atual, onde os recursos naturais têm que ser usados com parcimônia. Lembrem-se: os recursos são finitos e sem eles não haverá vida.
Érica Sena- abril de 2011

Dica de férias:Moldura do espelho feito com revistas

Por erica sena às 17h07 de 27/12/2010

Vc está querendo fazer algo novo e não sabe o que??? risos…

Que tal deixar seu espelho com nova cara mais colorida e ecológica???

Veja as fotos e click no link para ver o passo-a-passo!!!

Bom divertimento!!

http://www.fleetingthing.com/index.php?section=2&sub_section=13&page=15

Fonte: Fleetingthing

Lixo gerado no avião

Por erica sena às 22h44 de 22/11/2010
Lixeiras de primeira classe
 
Passageiros da classe econômica geram toneladas de lixo por ano durante os voos. Por que os programas de reciclagem ainda não chegaram aos aviões?

APERTADOS
Comissários de bordo da Delta Airlines separam o lixo dentro do avião. A falta de espaço não é desculpa para não reciclar

Quem viaja de avião de vez em quando está acostumado. Primeiro, a comissária traz o carrinho de bebidas (sucos em caixas longa vida, refrigerantes em lata, águas em garrafas PET) e serve os passageiros com copos de plástico e guardanapos. Depois, traz um lanche que inclui embalagens e talheres de plástico, papelão, mais guardanapos e, se a sede persistir, mais copos. Nos intervalos, o passageiro lê jornal e revista e vê um filme usando fones de ouvido que vêm dentro de um saco plástico. Tudo o que se consome durante um voo gera lixo. Esse lixo é reciclado?

Poucas empresas sabem dizer aonde vão parar as toneladas de lixo reciclável geradas todos os anos nos voos. Além de reduzir o acúmulo de lixo não biodegradável em aterros sanitários, a reciclagem traz economia de energia para o país, gera empregos e reduz a emissão de gases poluentes na atmosfera (leia o quadro abaixo). Mas, segundo um relatório da organização americana Green America sobre a reciclagem de lixo no setor aéreo, apenas 20% de todo o lixo gerado nos voos das companhias americanas é reciclado. No Brasil, o índice é ainda mais baixo.

No geral, o Brasil reaproveita 91,5% do alumínio e 45% do papel reciclável consumidos aqui. Mas não no setor aéreo. Se reciclassem mais, as companhias aéreas e os aeroportos poderiam reduzir suas emissões de carbono antes mesmo de conseguir adotar combustíveis mais ecológicos.

Um estudo feito pelo Conselho de Defesa dos Recursos Naturais dos Estados Unidos (NRDC), em 2006, procurou mapear a geração e o gerenciamento de resíduos no setor aéreo. A conclusão foi que metade de todos os resíduos gerados nos voos e nos grandes aeroportos poderia ser reciclada, pois é composta de latas de alumínio, papel, vidro e plástico. Nos EUA, isso significaria 500 milhões de toneladas de lixo sendo reciclados todo ano.

Algumas empresas tentam fazer sua parte. A Virgin America, uma das companhias citadas no relatório da Green America, diz reciclar o lixo de 47% de seus voos, além de usar embalagens 90% biodegradáveis, sabonete orgânico nos lavatórios e operar com aeronaves mais eficientes no gasto de combustível. A Delta Airlines declara reciclar lixo de seus voos domésticos desde 2007, com metas anuais, contando com a participação dos comissários. Segundo o que a Delta informou ao Green America, até o carpete de seus aviões é reciclado.

Em relação à reciclagem, as companhias aéreas brasileiras parecem estar nas nuvens. ÉPOCA procurou a TAM, a Gol e a Azul, as três principais companhias comerciais que atuam em solo nacional. Até agora, nenhuma implementou um programa de reciclagem do lixo dos voos. A Gol disse ter “planos em desenvolvimento para a reciclagem nos escritórios e nas aeronaves”. A Azul também diz ter um projeto, mas por enquanto só separa o lixo da sede, em Barueri. Em abril, a TAM introduziu no serviço de algumas rotas internacionais uma embalagem biodegradável à base de bagaço de cana. A empresa diz separar materiais recicláveis dos escritórios, mas ainda não mexe no lixo dos aviões.

A justificativa das companhias aéreas para não assumir a reciclagem do lixo aéreo envolve alguns enganos. Elas acreditam estar cumprindo uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quando mantêm os resíduos dos voos internacionais intocados. Também tendem a atribuir aos aeroportos a tarefa de controlar o destino de seu lixo. E usam a falta de espaço físico nas aeronaves como desculpa para não separar os materiais recicláveis antes de entregar o lixo ao aeroporto.

Nenhuma das três justificativas é convincente. A resolução da Anvisa a que as companhias se referem (RDC 56, de 2008) não impede a reciclagem do lixo dos voos internacionais. O texto da resolução estabelece apenas que o lixo comum (ou resíduos do grupo D), categoria na qual os materiais recicláveis se incluem, não deve ser misturado com lixos perigosos ou contaminantes eventualmente transportados. Uma vez separado o que é lixo perigoso do que é lixo comum, este pode ser separado em componentes recicláveis e não recicláveis. Basta que o aeroporto tenha uma área destinada para isso e acordos com empresas ou cooperativas locais de reciclagem.

Os aeroportos também não são mais responsáveis pelo lixo das companhias. Um decreto federal de 2006 institui que resíduos recicláveis gerados nas empresas e instituições públicas devem ser destinados a cooperativas de catadores. A norma nem sempre é cumprida, pois em muitos municípios não há cooperativas. A Infraero, estatal que administra 67 aeroportos no Brasil, diz que “vem se empenhando no sentido de cumprir o estabelecido”. Enquanto isso, cada aeroporto se vira como pode, e as companhias aéreas acabam se adaptando às regras locais.

Allen Hershkowitz, pesquisador do NRDC, afirma que falta organização no setor para promover a reciclagem. “Aeroportos, companhias e municípios deveriam designar equipes e formatar programas locais de reciclagem de lixo, destinando áreas e pessoal para a separação dos materiais dentro de cada aeroporto”, diz. Carlos Silva Filho, diretor executivo da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), sugere outra saída: reduzir a geração de lixo, partindo para um serviço de bordo com utensílios laváveis e menos materiais descartáveis.

Fonte: Revista  Época- semana de 21/11/10
Érica Sena

Diminuindo a geração de lixo no seu dia-a-dia

Por erica sena às 22h06 de 21/11/2010

1-Elimine os descartáveis de sua vidaEsse é o primeiro passo para se livrar do lixo. Hoje em dia consumimos coisas descartáveis diariamente sem nem perceber. É o saquinho do açúcar na padaria, o guardanapo, a embalagem do feijão preparado no almoço, o saquinho do picolé, o canudo e copo do refrigerante, e até a máquina fotográfica de alguns eventos. Pare um pouco e pense em quantas coisas você já jogou fora somente hoje?Muitos produtos são feitos para serem jogados fora logo após o seu uso, mas isso tem causado consequências sérias para o planeta, como a exploração excessiva dos recursos naturais e a geração de toneladas de lixo que contamina o solo, o ar e os recursos hídricos, colocando inúmeras espécies em risco – inclusive a nossa.Por isso é tão importante eliminar o máximo possível de descartáveis da sua vida. Assim, sempre que for consumir qualquer coisa, desde água no escritório até pratos e talheres na festa de aniversário do vizinho, observe se não existe uma alternativa que não seja descartável. Em vez do copinho plástico, beba a água em um copo ou caneca reaproveitável. Faça o mesmo com os talheres e pratos da festa e deixe o descartável de lado.

2-Compre a granel

Em vez de comprar alimentos em embalagens padronizadas, experimente comprar somente a quantidade que você precisa. Além de evitar as embalagens (plásticas, em sua maioria) você evita o desperdício ao levar para casa apenas o que você precisa.

Diversas feiras e supermercado dão a opção de compra a granel, alguns são até mais baratos que os tradicionais. É possível inclusive encontrar alimentos orgânicos vendidos em quantidade individual e com preços bem acessíveis. Outra dica é utilizar embalagens retornáveis (como aqueles sacos plásticos vedáveis) e utilizá-los sempre que for comprar determinado produto.

3-Invista em refil

Produtos com refil são grandes aliados na redução do lixo. Você compra apenas uma embalagem e a utiliza diversas vezes antes de reaproveitar ou encaminhar para a reciclagem.Já que sua intenção é comprar o conteúdo, e não a embalagem, produtos com refil fazem todo o sentido. Para melhorar, os refis costumam ser mais baratos. Menos lixo, menos gastos e a mesma eficiência!

4-Recuse correspondências desnecessárias

Sabe aqueles cartões e catálogos de lojas que você sabe que nunca vai comprar? Ligue para a empresa e solicite o cancelamento. Faça isso o quanto antes e evite que novas correspondências sejam enviadas para a sua casa desnecessariamente.

Além de evitar a geração de lixo, você colabora com o clima do planeta, já que muitas dessas cartas são enviadas até a sua cidade em aviões que emitem toneladas de CO2 no planeta todos os anos.

E quando for enviar cartões de aniversário, natal e outras datas especiais, avalie as opções virtuais. O importante é a lembrança e a intenção de mandar o cartão. Hoje em dia já tem até quem envie convites virtuais, poupando dinheiro, tempo e evitando o lixo.

5-Leia jornais e revistas on-line

Uma forma de evitar o gasto de papel e tinta de revistas e jornais, além da energia e combustível utilizados para produzir e distribuir esses produtos, é lendo os conteúdos na internet. Muitas publicações já disponibilizam parte ou todas as informações em versões on-line, que podem até ser gratuitas.

Se forem pagas, vale a pena se informar dos valores e se tornar assinante de algum desses veículos. Além de reduzir o lixo você também tem a vantagem de ter acesso a esses conteúdos a qualquer momento e em qualquer lugar.

6-Conserte

Quebrou? Nada de jogar no lixo! Antes de recorrer ao primeiro coletor que encontrar no caminho, veja se não é possível reparar aquele produto ou equipamento. Procure uma assistência técnica, um especialista ou aquele amigo jeitosinho e veja se não dá para evitar esse lixo e, de quebra, economizar uma graninha!

7-Faça você mesmo

Cada vez que compra algo que você poderia ter feito, você está perdendo a oportunidade de reduzir o seu consumo. Desde o molho de tomate até o gloss natural, muitas coisas podem ser feitas em casa, como faziam nossas avós.A redução do lixo é apenas uma das vantagens de aderir a essa prática. Saber detalhadamente tudo que foi utilizado naquele produto ou ainda poder dizer que foi você mesmo quem fez pode tornar tudo mais prazeroso.Com essas dicas é possível fazer a sua parte e dar uma folga à lixeira. E lembre-se: se não foi possível evitar a geração de algum resíduo, tente reutiliza-lo antes de jogar fora, e recicle o que não puder reaproveitar.(EcoD)

Érica Sena

GP Brasil: correndo pela reciclagem

Por erica sena às 21h38 de 07/11/2010

A Braskem, com parceria da Prefeitura de São Paulo e a Plastivida, reafirma o seu compromisso com a sustentabilidade e dá largada para a campanha GP de reciclagem.

A iniciativa visa mobilizar os cidadãos de São Paulo a fazerem o descarte seletivo dos resíduos de plástico em postos de coletas especificas. Com essa iniciativa a cidade receberá 500 unidades de mobília urbana, como bancos, jardineiras, lixeira, entre outros. O plástico usado nos móveis é reciclável e semelhante à madeira, por isso batizado de plástico madeira.

A campanha teve inicio em quatro de novembro de 2010, e vigora até o dia 28 do mesmo mês.

 

           Sobre a campanha:

  A divulgação da campanha será feita pelo Emerson Fittipaldi, que será homenageado pelo GP Brasil 2010 pelos 40 ano da vitória do Brasil na Fórmula 1.

A entrega da mobília urbana será feita no aniversário da cidade – no dia 25 de janeiro de 2011.

 O início da campanha, vésperas dos treinos livres da GP Brasil Fórmula 1 2010, e todos os resíduos descartados no autódromo, durante os três dias de competição, – 5, 6 e 7 de novembro, serão recolhidos.

 No restante da cidade, a coleta será realizada até o dia 28 do mesmo mês, em cinco parques localizados em diferentes regiões de São Paulo: Parque Ibirapuera, da Luz, do Carmo, do Trote e Alfredo Volpi. Estão disponíveis nos parques 12 postos de coleta de resíduo.

Cinco cooperativas foram escolhidas para separar o lixo coletado: Cooperativa da Capela do Socorro, Corpore Centro, União de Itaquera, Central Tietê e Coperviva Bem. No autódromo, a coleta seletiva ficará a cargo da Coopercaps.

 Em cada um dos postos de coleta dos parques haverá uma equipe formada por promotores que darão orientações ao público, um responsável pelo apoio, que fará as vistorias e será responsável por levar o volume coletado a um contêiner, que posteriormente será depositado em um caminhão para ser transportado até a respectiva cooperativa.

A Braskem e Plásticos Suzuki, durante os três dias da etapa brasileira da Fórmula 1, irão apresentar ao público uma mini usina de reciclagem que será montada no autódromo de Interlagos. È uma forma de mostrar à população como é feita a reciclagem até a produção do plástico madeira. A usina da empresa Plástico Suzuki será responsável por fazer os móveis de plástico reciclados que serão doados ao parques públicos da cidade de São Paulo.

Para reforçar a ação e a mobilização dos paulistanos, uma campanha publicitária irá ao ar a partir do dia 3 de novembro. Fittipaldi irá divulgar o GP de Reciclagem Braskem, que convocará a população a participar, reforçando que “o grande vencedor deste Grande Prêmio é você”.

A campanha também poderá ser acompanhada pela internet, no hotsite www.braskem.com.br/gpreciclagem , onde o internauta poderá acompanhar todas as peças da campanha publicitária.

http://rmai.com.br/v4/Read/416/braskem-lanca-campanha-de-reciclagem.aspx

Fonte: Revista Meio Ambiente Industrial

Érica Sena

Você sabia que seu lixo mostra quem você é?

Por erica sena às 18h17 de 25/10/2010

O conceito de lixo é de qualquer material considerado sem valor, inútil, gerado pela atividade humana, e que precisa ser descartado. Na maioria das vezes esse descarte acontece sem que o morador se preocupe em dar uma correta disposição.

Isto se deve ao fato das pessoas não se sentirem responsáveis pelo lixo que produzem, diferente das Indústrias que são responsabilizadas.

Quem nunca viu alguém jogando das janelas de carros, ônibus, ou mesmo a pé, lixo no chão? Infelizmente são cenas corriqueiras em nossa cidade. Será que estas pessoas têm noção da conseqüência de seus atos, como: enchentes, proliferação de animais e doenças, mau cheiro, sujeira???…….talvez não.

O aumento do consumo favorecido pelo capitalismo levou ao acúmulo de lixo e gerou toda uma problemática ambiental atual. Ainda bem que esse conceito está sendo mudado e cada vez mais cresce esta preocupação em separar materiais que possam ser reutilizados e reciclados, diminuindo assim a quantidade de lixo jogado nos aterros sanitários e lixões.

Você já notou que através da análise do lixo, pode ver a que classe social pertence, suas marcas prediletas, sua alimentação e sua falta de preocupação com o meio ambiente? No lixo existem provas incontestáveis da nossa vida…….pense bem antes de jogá-las. Como um cidadão consciente, acrescente em sua vida os 5 Rs do lixo:

1- Repense no que se deve consumir e se informe se agride ou não o meio ambiente e a saúde; se tem trabalhos socioambientais, etc.

2 – Reduza o seu consumo, compre apenas o necessário.

3- Recuse produtos que não sejam ambientalmente corretos, além de recusar embalagens em excesso, como as sacolas plásticas.

4- Reutilize embalagens, produtos que ainda sirvam para artesanatos e outros fins. Ou doe para outras pessoas e para ONGs. Lembre-se: sempre existirá alguém que o utilizará.

5- Recicle, ou melhor, faça a coleta seletiva e permita que indústrias reciclem.

NÃO CONFUNDA …

RECICLAGEM:  é o processo onde o lixo transforma-se em MATÉRIA- PRIMA para a produção de outro produto, ocorrendo geralmente em indústrias. Artesanalmente, podemos reciclar o papel, mas o restante necessita-se de um aparato maior.

REUTILIZAÇÃO: utilização de um produto ou embalagem mais de uma vez para diversos fins.

VEJA exemplos de reciclagem e reutilização de GARRAFAS PET!

As 3 primeiras fotos são exemplos de REUTILIZAÇÃO/ REAPROVEITAMENTO DA GARRAFA PET, enquanto as outras 3 fotos são de RECICLAGEM.

Érica Sena


ECOcardioGRAMA

erica sena
@erica sena
Sou uma ambientalista tentando alertar os seres humanos! Sou bióloga, gestora ambiental, especialista em Tecnologia Ambiental e educadora. Escrevo artigos ambientais e faço palestras. Tenho um blog ambiental: PENSAR ECO, É LÓGICO! http: pensareco.blogspot.com/ ECOcardioGRAMA: http://atitudesustentavel.uol.com.br/ecocardiograma/ Desempenho também a parte de comunicação digital de duas cooparativas: http://cooperativacooperaacs.blogspot.com http://cooperativacrescer.blogspot.com/
  • Categorias