Gastei 900 horas nos últimos nove meses coordenando a produção do Relatório Anual 2011 do Santander. Foi um período intenso para garantir a qualidade das informações e, ao mesmo tempo, buscar formas de tornar o relatório uma ferramenta eficaz de diálogo com os públicos interessados. Tantas horas investidas não podem resultar em um material que fique restrito a alguns analistas.
Pensando nisso, este ano, incluímos vídeos sobre momentos importantes de 2011. É possível conhecer a história da Dona Cheila, por exemplo, cujo sonho de ter uma mercearia perto de casa, na comunidade de Heliópolis, tornou-se real. Eles podem ser acessados via beetagg – espécie de código de barras feito para ser lido pela câmera do seu celular. Para lê-lo você só precisa baixar um aplicativo na internet, abrir o programa e colocar o código em frente à câmera.
Outra novidade é a versão resumida do relatório, com 52 páginas, que também está disponível para tablet. Foi um grande exercício encontrar a dose certa para harmonizar os principais resultados, políticas e práticas do ano e mostrar como a sustentabilidade está presente no nosso dia a dia. Dessa forma, acredito que estamos no caminho certo sobre como um relatório anual deve ser.
Deixo aqui um convite à leitura. Os principais marcos do ano na história de uma organização podem servir de inspiração para qualquer um! Leia atentamente o nosso relatório nowww.santander.com.br/ri e aproveite para enviar sua opinião para relacoes.institucionais@santander.com.br.
Boa leitura!
Juliana Mayrink
Coordenadora de marketing de Relações com Imprensa e Instituições do Santander
Em primeiro lugar gostaria de dizer que foi um prazer participar do
Receber o convite do Banco para participar do
2011 foi um ano de trabalho duro para nossa equipe aqui do Espaço de Práticas em Sustentabilidade. Desenvolvemos novos projetos, adaptamos o conteúdo e modificamos o formato de alguns de nossos programas. Como uma das gestoras da área, digo que todo o esforço valeu a pena.
O Capra costuma dizer, e eu concordo, que temos conhecimento, tecnologia e recursos financeiros para salvar a civilização desse quadro de esgotamento de recursos naturais e mudanças climáticas. O que precisamos agora é de vontade política e liderança para concretizar a mudança.
Mesmo com o progresso da ciência e suas conquistas, na prática, ainda estamos longe de adotar atitudes sustentáveis que contribuam para a saúde e bom funcionamento dos sistemas dos quais dependemos e de criar as condições necessárias para que eles se mantenham. Em geral, não relacionamos o que sabemos ao como fazemos. Essa fragmentação é uma herança marcante de nossa cultura e nos leva a separar conhecimento de atitudes. E o resultado disso, como bem explica Otto Scharmer: “criamos coletivamente resultados que ninguém deseja”.
Em 2011, tive o privilégio e o prazer de coordenar o projeto Colcha de Sonhos, promovido pela Diretoria de Desenvolvimento Sustentável aqui do banco. Trata-se de um espetáculo teatral criado para abordar de forma simples e divertida os conceitos de sustentabilidade, como educação financeira, geração de renda, ecoeficiência e cidadania.
Na semana passada representei o Santander no Fórum de Pró-Reitores de Graduação das Universidades Brasileiras, o FORGRAD, que contribui para a formulação e implementação de políticas públicas de Educação Superior que visem o pleno desenvolvimento do País. Essa participação tinha o intuito de dialogar com o meio acadêmico sobre a inserção da temática da sustentabilidade no ensino superior.