Como vai a sustentabilidade na sua empresa? Com a crescente valorização das práticas sustentáveis, a pergunta se torna cada vez mais comum. Aqui, no Banco, buscamos cada vez mais explicitar a nossa estratégia, as nossas práticas e os resultados. Nossos relatórios anuais e este site, com nossas práticas, são exemplos disso. Mas quero destacar a nossa participação, pelo terceiro ano consecutivo na carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da BM&FBovespa.
Criado em 2005, o ISE é referência para investimentos socialmente responsáveis no Brasil. Anualmente, as 200 empresas com ações mais líquidas do país são convidadas a participar de uma avaliação de suas práticas de sustentabilidade, preenchendo um questionário com 291 perguntas sobre sete dimensões do seu negócio: governança corporativa, econômico-financeira, social, ambiental, geral, mudanças climáticas e natureza do produto. Todas as respostas precisam ser comprovadas e passam por uma rigorosa avaliação, promovida pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), e por uma auditoria e asseguração, realizadas pela KPMG. As empresas mais bem colocadas compõem a carteira do índice.
Ao participar do ISE, temos as nossas práticas de sustentabilidade atestadas por uma instituição independente. Os resultados alcançados pelo Santander, que está há três anos consecutivos na carteira (desde que abrimos o capital aqui, no Brasil), demonstram nosso compromisso de longo prazo com o tema e com o país.
Responder ao ISE exige o envolvimento de quase todas as áreas da empresa e considera até mesmo sua influência na cadeia de valor. É um processo complexo, mas que a cada ano fica mais fácil, principalmente se as questões levantadas forem incorporadas no processo de gestão. Aqui, no Santander, estamos fazendo justamente isso. A participação no ISE não se resume ao processo de resposta ao questionário. Com base em nossas possibilidades de melhoria, trabalhamos com diferentes áreas para a promoção de avanços. O ISE acaba sendo uma ferramenta propulsora do tema para as empresas que têm a sustentabilidade em sua estratégia.
Um dado muito interessante é que, segundo o boletim mensal do ISE, divulgado em janeiro deste ano, as empresas que compõem essa carteira apresentam maior rentabilidade. Ao analisar o período de fevereiro de 2012 a janeiro de 2013, verificamos que esse índice teve valorização de 14,55%, enquanto o Ibovespa apresentou desvalorização de 5,25%. Isso reforça algo que nossa experiência com finanças sustentáveis vem mostrando: empresas que adotam práticas de sustentabilidade em geral são mais eficientes, inovadoras, gerem melhor seus negócios e estão menos expostas a riscos. Condições essenciais para quem busca bons resultados em um cenário econômico instável, como o que estamos vivendo.
Valorizar iniciativas como o ISE é, portanto, valorizar as boas práticas que contribuem para a transparência de ações, a governança e o diálogo das empresas com a sociedade. Clique aqui para conhecer mais sobre esse e outros índices de mercado relacionados à sustentabilidade que participamos.
Karine Siqueira Bueno
Gerente de Sustentabilidade, Santander Brasil
Olá pessoal,
Semana passada recebemos a notícia de que havíamos conquistado o primeiro lugar no ranking das empresas mais verdes do mundo, segundo a revista americana Newsweek. Em seu
Em 2012 faz exatamente 20 anos que eu e outros quatro empreendedores decidimos apostar em negócios turísticos comprometidos com a preservação natural e o desenvolvimento das comunidades locais. Empresários idealistas e inspirados pelas discussões da ECO-92, decidimos mergulhar nas particularidades dos hotéis e pousadas pelo interior do Brasil.
É com muito orgulho que convido vocês, leitores do Práticas, para assistir à
Gastei 900 horas nos últimos nove meses coordenando a produção do Relatório Anual 2011 do Santander. Foi um período intenso para garantir a qualidade das informações e, ao mesmo tempo, buscar formas de tornar o relatório uma ferramenta eficaz de diálogo com os públicos interessados. Tantas horas investidas não podem resultar em um material que fique restrito a alguns analistas.
Em primeiro lugar gostaria de dizer que foi um prazer participar do
2011 foi um ano de trabalho duro para nossa equipe aqui do Espaço de Práticas em Sustentabilidade. Desenvolvemos novos projetos, adaptamos o conteúdo e modificamos o formato de alguns de nossos programas. Como uma das gestoras da área, digo que todo o esforço valeu a pena.
Entre várias definições possíveis de economia criativa, vou me concentrar em uma que nos ajude a entendê-la e projetá-la para um momento de transição de modelos econômicos industriais para modelos econômicos pós-industriais. Na era industrial tivemos processos econômicos repetitivos baseados na produção, visando eficiência operacional e economia de escala. O objetivo era produzir muito para um mercado de massa.