Financiando soluções para a sustentabilidade

Por Blog do Práticas às 12h04 de 02/05/2013
Quando concedemos crédito aos nossos clientes, não estamos apenas viabilizando seus projetos. Estamos contribuindo para o desenvolvimento social e econômico do nosso país. É por isso que o Santander elegeu o estímulo aos negócios sustentáveis como um dos seus focos de atuação. Em 2012, trabalhamos para facilitar o acesso de muita gente ao crédito para financiamento de eficiência energética, eficiência hídrica e soluções para resíduos, entre outros.

Na Santander Financiamentos, alcançamos R$ 21 milhões em negócios, que possibilitaram, principalmente à pessoa física, o parcelamento de bens e serviços. Hoje, a financeira disponibiliza três linhas com finalidades socioambientais. A primeira é focada na acessibilidade e, por meio dela, parcelamos adaptação veicular, plataformas de elevação, cadeiras de rodas e aparelhos auditivos. A segunda é destinada à compra de equipamentos e serviços que utilizem energias renováveis ou energias convencionais de forma eficiente, como equipamentos de energia solar e projetos para aumentar a eficiência energética de ambientes. A terceira, voltada para os processos mais limpos, oferece crédito para a aquisição de equipamentos de reutilização de água e tratamento de efluentes.

Enquanto isso, no Financiamento Socioambiental voltado à pessoa jurídica – que se divide em Corporate (empresas com faturamento acima de R$ 80 milhões) e Varejo (pequenos e médios negócios) –, atingimos a marca de R$ 2,1 bilhões em financiamentos de negócios sustentáveis, o que corresponde ao aumento de 55% no volume de negócios, comparando aos resultados de 2011.

Nessa área, nos dedicamos ao fomento e à criação de oportunidades sustentáveis junto às empresas, tendo como foco a redução e o tratamento de resíduos, a construção e a reforma sustentáveis e a acessibilidade, a eficiência energética e a energia renovável, a eficiência hídrica e a governança corporativa.

Para 2013, estabelecemos como meta o crescimento constante dos valores financiados. Queremos incentivar cada vez mais pessoas e empresas a adotarem práticas sustentáveis. Para isso, estamos treinando nossa equipe comercial, estudando o mercado, orientando clientes e oferecendo condições diferenciadas.

Saiba mais sobre nossas linhas de crédito para sustentabilidade.

Mauricio Longhini Barbeiro
Gerente de Sustentabilidade – Varejo

Educação: ferramenta de mudança

Por Blog do Práticas às 14h39 de 18/04/2013
Aproveitando o Dia da Educação, comemorado em abril, gostaria de propor uma reflexão sobre o tema. Nos últimos anos, a educação tem avançado consideravelmente em nosso país. Uma das nossas maiores conquistas no ensino básico foi incluir quase todas as crianças e adolescentes de 6 a 14 anos na escola* e, ainda, 83% dos jovens de 15 a 17 anos frequentam o ensino médio*. Por meio de programas de apoio e desenvolvimento da educação, conseguimos evitar a evasão escolar, que, até uma década atrás, era considerada um grande problema.

Porém, mais do que fazer crianças e jovens frequentarem as salas de aula, é preciso melhorar a qualidade do ensino, garantindo professores mais bem preparados e um ambiente propício à aprendizagem. E foi nesse terreno fértil que o Santander encontrou lugar para implantar uma de suas ações mais importantes, o Projeto Escola Brasil (PEB). Mais de 3 mil voluntários trabalham para elevar a qualidade no ensino básico público, organizando programas de educação complementar e melhorando a infraestrutura nas mais de 200 instituições de ensino atendidas. Enquanto isso, o Programa de Educação Infantil, em parceria com o MEC, investe na formação de profissionais que trabalham em creches e pré-escolas.

No ensino superior, o número de alunos também cresce – mesmo que de forma mais lenta e desigual. Com programas de acesso à universidade, como o Prouni e as cotas para estudantes da rede pública em universidades estaduais e federais, conseguimos fazer com que mais jovens chegassem ao ensino superior. Porém a desigualdade ainda é grande. Enquanto 62% dos jovens brancos estão na faculdade*, apenas 28% dos negros frequentam a graduação*. Como reflexo, somente 11% das pessoas com idade entre 25 e 37 anos concluíram o ensino superior*.

Como a universidade é um espaço privilegiado para o surgimento de novas ideias, o Santander Universidades investe em ações de apoio a alunos, professores, pesquisadores, reitores e instituições com a oferta de bolsas de estudos que incentivam a mobilidade, a inovação e o empreendedorismo.

Outras iniciativas nesse sentido são o Santander Práticas de Educação em Sustentabilidade(SPES) e o Desafio Santander de Sustentabilidade, que convidam professores e estudantes a refletir sobre atitudes sustentáveis, incluindo o tema em disciplinas obrigatórias da graduação e em seu próprio dia a dia.

Os resultados dessas ações fortalecem nossas crenças de que apoiar e fomentar a melhoria da educação contribui diretamente para o desenvolvimento social e para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Para o Santander, formar crianças e jovens, hoje, é investir no Brasil de amanhã.

Conheça todas as nossas iniciativas pela educação e veja como foi o evento de premiação do SPES aqui.

*Fontes: Censo da Educação Superior 2010 (Inep e MEC), Fapesp, Finep, Ibope, Instituto Paulo Montenegro e OCDE.

Amalia Sangüeza Pardo
Gerente de Desenvolvimento Sustentável

Combate ao desperdício no campo

Por Blog do Práticas às 11h48 de 21/03/2013
No Ano Internacional de Cooperação pela Água e especialmente neste mês, quando comemoramos o Dia Internacional da Água, gostaria de propor uma reflexão. Qual é a quantidade de água que consumimos por dia? Alguns litros vão pelo ralo na hora do banho, outros escorrem pela pia da cozinha e mais alguns matam a nossa sede. Segundo pesquisa feita pelo Ministério das Cidades, somente nessas atividades corriqueiras já se vão 150 litros por pessoa.

No entanto, a maior parte da água gasta pelo mundo está escondida nos produtos que consumimos todos os dias, principalmente naqueles vindos do campo. Isso faz com que o setor agropecuário seja considerado o grande responsável pelo uso da água no mundo.

No Brasil, por exemplo, 70% do consumo de água acontece na produção agropecuária. Para ter uma ideia, para que 1 kg de carne seja produzido, são usados 15 mil litros de água. Para a mesma quantidade de açúcar, são empregados quase 2 mil litros do líquido. A situação torna-se ainda mais crítica quando analisamos a forma como essa água é usada: mais da metade dela poderia ser economizada se houvesse o manejo adequado e controles para evitar o consumo excessivo.*

Hoje, é possível implementar soluções que diminuem o desperdício, gerando benefícios tanto para o produtor quanto para o meio ambiente e a sociedade. Uma solução bastante simples, por exemplo, é a captação de água das chuvas por cisternas. Nesse sistema, uma caixa-d’agua retém o líquido, que em caso de estiagem é usado para irrigar a lavoura. O investimento inicial é baixo e o retorno financeiro é garantido. Outra opção com bons resultados é a irrigação por gotejamento. Como a água é distribuída de forma localizada, ela torna seu uso mais racional e diminui o desperdício. Outra técnica bastante utilizada é a ferti-irrigação, que adiciona fertilizantes à água utilizada na irrigação. Assim, apenas um processo é usado para dois fins distintos.

A técnica de plantio direto também é utilizada pelos produtores que procuram racionalizar o uso da água e diminuir a aplicação de defensivos agrícolas. Nela a palha da cultura é mantida na superfície do solo, garantindo cobertura e proteção contra processos danosos, como a erosão. Com isso, o solo retém a água de forma mais eficiente, exigindo menos irrigação durante todo o cultivo.

Consideramos a implantação de soluções como essas essencial para que o agronegócio se desenvolva de forma sustentável, sem colocar em risco a disponibilidade de recursos naturais escassos, como a água, e reduzindo os custos operacionais do setor.

Por isso, disponibilizamos aos nossos clientes, além das linhas de financiamento ao agronegócio, outros três tipos de crédito, que podem ser usados tanto por pessoas físicas quanto jurídicas: o Modeirinfra, que disponibiliza até R$ 1,3 milhão para que o agricultor modernize seu sistema empreendimento agrícola e pecuário; o PSI, que financia a compra de equipamentos essenciais para as novas práticas de plantação; e o Programa de Agricultura de Baixo Carbono, que financia a implementação de técnicas agropecuárias sustentáveis, como plantio direto na palha, integração lavoura-pecuária-floresta ou recuperação de pastagens degradadas.

Proponho que esta reflexão ultrapasse os limites do campo e chegue a cada um de nós como consumidor. Nós temos um papel essencial no desperdício da água no agronegócio. Para evitá-lo, podemos fazer escolhas conscientes, optando por produtos com selos e certificações que garantem a utilização de boas práticas em toda sua cadeia produtiva.

Para mais informações, fale com seu gerente e conte com o Santander como parceiro nesse movimento rumo à sustentabilidade dos negócios.

*Os dados do parágrafo foram retirados da Pegada Hídrica.

Karina Marquesini Hansted Koloszuk
Analista de Desenvolvimento Sustentável

Sustentabilidade comprovada

Por Blog do Práticas às 11h22 de 14/03/2013
Como vai a sustentabilidade na sua empresa? Com a crescente valorização das práticas sustentáveis, a pergunta se torna cada vez mais comum. Aqui, no Banco, buscamos cada vez mais explicitar a nossa estratégia, as nossas práticas e os resultados. Nossos relatórios anuais e este site, com nossas práticas, são exemplos disso. Mas quero destacar a nossa participação, pelo terceiro ano consecutivo na carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da BM&FBovespa.

Criado em 2005, o ISE é referência para investimentos socialmente responsáveis no Brasil. Anualmente, as 200 empresas com ações mais líquidas do país são convidadas a participar de uma avaliação de suas práticas de sustentabilidade, preenchendo um questionário com 291 perguntas sobre sete dimensões do seu negócio: governança corporativa, econômico-financeira, social, ambiental, geral, mudanças climáticas e natureza do produto. Todas as respostas precisam ser comprovadas e passam por uma rigorosa avaliação, promovida pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), e por uma auditoria e asseguração, realizadas pela KPMG. As empresas mais bem colocadas compõem a carteira do índice.

Ao participar do ISE, temos as nossas práticas de sustentabilidade atestadas por uma instituição independente. Os resultados alcançados pelo Santander, que está há três anos consecutivos na carteira (desde que abrimos o capital aqui, no Brasil), demonstram nosso compromisso de longo prazo com o tema e com o país.

Responder ao ISE exige o envolvimento de quase todas as áreas da empresa e considera até mesmo sua influência na cadeia de valor. É um processo complexo, mas que a cada ano fica mais fácil, principalmente se as questões levantadas forem incorporadas no processo de gestão. Aqui, no Santander, estamos fazendo justamente isso. A participação no ISE não se resume ao processo de resposta ao questionário. Com base em nossas possibilidades de melhoria, trabalhamos com diferentes áreas para a promoção de avanços. O ISE acaba sendo uma ferramenta propulsora do tema para as empresas que têm a sustentabilidade em sua estratégia.

Um dado muito interessante é que, segundo o boletim mensal do ISE, divulgado em janeiro deste ano, as empresas que compõem essa carteira apresentam maior rentabilidade. Ao analisar o período de fevereiro de 2012 a janeiro de 2013, verificamos que esse índice teve valorização de 14,55%, enquanto o Ibovespa apresentou desvalorização de 5,25%. Isso reforça algo que nossa experiência com finanças sustentáveis vem mostrando: empresas que adotam práticas de sustentabilidade em geral são mais eficientes, inovadoras, gerem melhor seus negócios e estão menos expostas a riscos. Condições essenciais para quem busca bons resultados em um cenário econômico instável, como o que estamos vivendo.

Valorizar iniciativas como o ISE é, portanto, valorizar as boas práticas que contribuem para a transparência de ações, a governança e o diálogo das empresas com a sociedade. Clique aqui para conhecer mais sobre esse e outros índices de mercado relacionados à sustentabilidade que participamos.

Karine Siqueira Bueno
Gerente de Sustentabilidade, Santander Brasil

Negócios sustentáveis e lucrativos

Por Blog do Práticas às 13h09 de 15/02/2013
A nossa história começou com uma ideia fixa: inserir soluções sustentáveis no mercado de tratamento de água e efluentes. Mesmo sendo muito jovens, já tínhamos experiência na área e sabíamos que isso era possível, então decidimos investir. Abrimos a BRWS – Sustainable Ideas em novembro de 2010, com R$ 45 mil, que conseguimos juntar com ajuda dos nossos familiares.

No início não foi fácil, pois éramos pouco conhecidos no mercado e as empresas não queriam se arriscar colocando seus projetos nas mãos de empreendedores em início de carreira. Nosso negócio só deslanchou graças à conquista do primeiro cliente, depois de cinco meses sem nenhum faturamento. Fizemos um bom trabalho e eles passaram a nos recomendar para outras empresas. Em 2012, pouco mais de dois anos e muito trabalho depois, conseguimos o retorno de R$ 9 milhões.

Temos a certeza de que esse sucesso está ligado à nossa forma diferente de fazer negócios. Buscamos sempre estabelecer boas relações com colaboradores, clientes, funcionários e fornecedores. Nossos funcionários têm horário de trabalho flexível e recebem incentivos para seu aprimoramento profissional, entre outros benefícios. Até 2015, queremos estar entre as 100 melhores empresas nas quais trabalhar.

Nossos clientes, por sua vez, têm atendimento ágil e personalizado. Em nossas propostas, encontramos soluções customizadas para cada empresa, apontando a melhor forma de lidar com seus efluentes, adequar suas estações de tratamento de esgoto, treinar suas equipes para manutenção e melhorar suas práticas de gestão ambiental. Graças à economia de recursos naturais, como água e energia, em geral os projetos se pagam entre 12 e 18 meses.

As legislações como um todo (federais, estaduais e municipais) estão mais rígidas e a sustentabilidade dos processos industriais está cada vez mais ligada ao sucesso de qualquer negócio. Como sempre procuramos utilizar os recursos econômicos, sociais e ambientais com equilíbrio, ganhamos cada vez mais espaço nesse mercado, ávido por se adaptar às necessidades do mundo de hoje. E é exatamente isto o que queremos: ajudar nossos clientes nesse processo!

O Santander é o nosso Banco desde o início, pois encontramos na instituição financeira um posicionamento que para nós era essencial: o fomento aos negócios sustentáveis. Agora fomos convidados por ele para fazer parte do Banco de Práticas, um espaço em que estão reunidas histórias de sucesso relacionadas à sustentabilidade. Para nós, é um prazer compartilhar o que temos feito e aprendido nos últimos anos.

Convidamos a todos para conhecer um pouco mais sobre a nossa trajetória. Confiram o case.

Ewerton Garcia, Renato Smaniotto e Diego Mendes
Sócios da BRWS – Sustainable Ideas

Espaço aberto para o futuro

Por Blog do Práticas às 11h23 de 03/01/2013
Um lugar para explorar as possibilidades de futuro da humanidade e do planeta. Essa é a proposta do “Museu do Amanhã”, que teremos o prazer de inaugurar em meados de julho de 2014.

O museu, projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, ficará localizado no Pier Mauá, no Rio de Janeiro. Sua estrutura de 15 mil metros quadrados abrigará exposições, instalações e experiências sobre quatro macrotendências para 2050, a saber: 1) mudanças climáticas; 2) crescimento da população e longevidade; 3) integração e diferenciação de regiões, povos e pessoas e 4) diversidade, considerando o aumento na produção de artefatos e a redução da biodiversidade.

A proposta é se distanciar da perspectiva cotidiana e imaginar futuros possíveis, de modo a refletir sobre o poder das escolhas que fazemos enquanto cidadãos, profissionais, entes políticos e membros da humanidade. Será uma grande experiência.

O Santander, como um dos patrocinadores da iniciativa, será responsável pelo “Centro de Referência das Profissões do Amanhã”. A ideia desse espaço surgiu a partir de uma reflexão sobre a tendência à longevidade. Muitas pessoas terão uma expectativa de vida alta, o que fará com que seu período produtivo seja prolongado.

A antiga concepção de que passamos um terço da vida estudando, um terço trabalhando e um terço aposentados não se sustentará mais. No futuro, esses três períodos irão se sobrepor, por isso precisamos encontrar novas formas de trabalhar, educar e usufruir a vida.

O centro de referência terá o papel de despertar no visitante o interesse pelas profissões do futuro, levando-o a pensar sobre suas escolhas quanto às trajetórias educativa e profissional. Para isso contará com exposições, uma equipe especializada de conselheiros, uma biblioteca temática e uma área com estações de trabalho, onde será possível desenvolver currículos, construir cenários profissionais e discutir as tendências do mercado do amanhã.

Como curador do projeto, tenho dois grandes desafios: implementar de forma tangível um acervo de possibilidades e mantê-lo constantemente atualizado. Afinal, é certo que a caminhada da humanidade terá imprevistos, nesse sentido precisaremos estar atentos para incorporá-los ao conjunto de experiências do museu.

Espero você, em 2014, no Museu do Amanhã!

Luiz Alberto Oliveira
Curador do Museu do Amanhã, físico e doutor em cosmologia

Como ter um feliz Natal sem comprometer o Ano Novo

Por Blog do Práticas às 11h21 de 21/12/2012
Comemorar a passagem do ano é celebrar o carinho que temos por todos que amamos. Com essa intenção surge o presente, ou melhor, o ato de presentear. As lembranças e mimos, hoje parte da celebração do Natal, reforçam o clima de confraternização já que simbolizam nossos bons sentimentos pelos que nos são próximos.

Mas é fato que não devemos ser reféns disso. Não precisamos nos comprometer – ou às nossas finanças – por conta de um impulso ou uma atitude impensada nesse período de festas. Daí surge a pergunta: como garantir um feliz Natal sem comprometer o Ano Novo?

Planejar-se com antecedência é uma das coisas mais eficientes a ser feita. O Natal acontece todos os anos na mesma data. Não tem imprevisto. E se não tem imprevisto, não é preciso esperar a época em que os preços estão mais altos para fazer as compras. Se a partir de setembro ou outubro for feito um planejamento financeiro, com certeza o início do ano aconteceria com maior tranquilidade.

O planejamento também ajuda a decidir melhor, pois dá mais tempo para a comparação dos preços e mais tranquilidade na escolha dos presentes e dos presenteados. Uma boa ideia é utilizar a internet, principalmente as ferramentas que comparam os preços em diversas lojas. Você vai notar que muitas vezes a diferença entre uma e outra é gritante. Então por que resolver tudo na última hora?

Outra dica é usar a criatividade. As vezes, para aquela pessoa mais distante, como os colegas do trabalho, um bolinho, um cartão, uma visita, enfim, algo que não seja tão caro, mas que tenha um valor simbólico, seja a melhor pedida. Afinal, a questão não é o quanto custou, mas o que aquele presente significa. Convites para passeios ou para um café no final do expediente, uma cerveja no happy hour também são ótimas formas de celebrar as relações no final de ano.

O 13º salário também deve ser utilizado com equilíbrio e bom senso. Se a pessoa estiver endividada, é um bom momento para saldar as dívidas. É uma boa oportunidade para resolver essas questões, para que isso não se arraste para o ano seguinte. Outra recomendação que eu sempre faço é tentar reservar parte do 13º para cobrir possíveis imprevistos.

Conversar sobre dinheiro com a família também pode ajudar não só a segurar os gastos na época do Natal, mas a se preparar para o futuro. Talvez um jeito de começar o ano com o pé direito seja colocando as contas na mesa, sendo transparente, e fazendo esse planejamento junto com o seu parceiro(a) e, porque não, com os seus filhos.

É possível sim comemorar o Natal sem comprometer o Ano Novo, basta se programar e não extrapolar as finanças durante as festas de fim de ano.

Andyara Santis
Analista de Educação para Sustentabilidade do Santander

Dez anos promovendo a inclusão social e financeira

Por Blog do Práticas às 11h22 de 07/12/2012
Em 2012, a Santander Microcrédito completa uma década de atuação. E eu faço parte dessa história há cinco anos. Atuo como agente de crédito e me orgulho de ter acompanhado diversas histórias de transformação. Foram muitos os casos de pessoas que puderam reestruturar suas vidas graças a uma relação de respeito e confiança estabelecida com o Banco.

Um bom exemplo aqui de Águas Belas (PE), onde atuo, é a história do Siliano Ferreira. Com a nossa orientação financeira e o crédito concedido, ele conseguiu expandir o seu negócio de venda de lanches e caldo de cana. O rapaz, que começou com apenas um carrinho e um motor emprestado para extrair o caldo, hoje possui sua plantação em terreno próprio e outros dois pontos de comércio no centro da cidade.

Minha história com a Santander Microcrédito começou quando um amigo me indicou para a vaga. O Santander queria expandir sua área de atuação por todo o Brasil, principalmente pela região nordeste. Naquele tempo, o posto de atendimento mais próximo ficava em Caruaru, a 100 quilômetros do atual posto de Garanhuns, e a 183 quilômetros de Águas Belas, onde moro. Éramos poucos funcionários e tínhamos um desafio enorme pela frente: construir uma carteira de clientes sadia e rentável.

No início não foi tão fácil, pois a inadimplência foi uma realidade. Mas com o tempo e graças à dedicação de todos, o produto foi se tornando conhecido, a demanda da região aumentou significativamente e novas contratações foram feitas. Fui ganhando cada vez mais experiência, tanto no dia a dia quanto por meio dos cursos que o Santander ofereceu, como o “Vida Financeira”.

Não tardou para que a taxa de inadimplência caísse. Em 2010 atingimos os menores valores já registrados e eu consegui até mesmo zerar a inadimplência da minha carteira de clientes, fato que perdura até hoje. Com isso, novos postos foram abertos na região e muitas melhorias foram feitas no processo de concessão do crédito, como a disponibilização de notebooks para os agentes, agilizando e simplificando o nosso trabalho.

Hoje possuo uma carteira de 850 clientes com um total de 1,5 milhões concedidos e uma inadimplência de 0,0%. Números que me orgulho e que só existem graças à ajuda de minha família e de toda a equipe do posto Garanhuns. Trabalhamos muito e é gratificante perceber que os clientes reconhecem isso.

Sinto-me realmente realizado de fazer parte dessa história. Por isso deixo aqui os meus parabéns à Santander Microcrédito e a todos os que trabalharam para tornar isso possível!

Conheça outras histórias de transformação no livro e no vídeo “Um Brasil de Oportunidades”.

Luiz Wilker
Agente de crédito em Garanhuns (PE)

Reconhecimento das boas práticas

Por Blog do Práticas às 9h25 de 16/11/2012
Quando recebi a notícia de que o Hotel Windsor Atlantica, nosso cliente há quatro anos, havia sido o primeiro empreendimento do Brasil a receber a Travelife Sustainability na categoria ouro fiquei muito orgulhoso. Ao todo, a certificação analisa 99 itens que contemplam a forma como os hotéis gerenciam suas questões socioambientais. O Windsor foi tão bem na avaliação que conquistou o patamar mais alto.

Há nove anos atendo o grupo aqui no Banco e seus representantes sempre foram muito receptivos em relação aos negócios sustentáveis. O hotel na orla de Copacabana foi adquirido em 2009. Fechado há mais de cinco anos, precisava de uma reforma. Foi então que juntamente com as áreas de Crédito imobiliário, Desenvolvimento Sustentável e Riscos oferecemos a linha de financiamento para retrofit, específica para obras com o objetivo de modernizar as instalações e melhorar a eficiência energética e hidráulica das edificações.

Mesmo sabendo que a reforma seria mais cara em um primeiro momento, os gestores perceberam ali uma grande oportunidade. Para eles, havia dois argumentos a favor de uma reforma sustentável. O primeiro era a redução do custo com a manutenção e com contas de energia e água a longo prazo. O segundo, a percepção positiva da sociedade, que cada vez mais valoriza empresas preocupadas com seus impactos sociais e ambientais.

Com o montante concedido pelo Santander, o Windsor Atlantica implantou diversas iniciativas, entre elas um sistema de captação e tratamento para utilização da água da chuva na irrigação e lavagem das áreas comuns; uso de lâmpadas econômicas LED8W, além de sensores de energia; reguladores de fluxo de água nos chuveiros e máquinas de compactação do lixo.

As mudanças na estrutura representam uma economia anual de cerca de R$ 1,4 milhão nas contas de água, energia e descarte de resíduos. O consumo das operações teve uma redução de 200.000 MW de energia e 20.000 mil litros de água por ano em comparação aos dados do antigo Hotel Meridien, que funcionava no local.

Hoje, com o hotel em funcionamento, a administração se empenha em um novo desafio: o treinamento de funcionários e a conscientização de hóspedes para sustentabilidade. E nós continuamos fazendo parte dessa história. Os materiais disponíveis aqui no Espaço de Práticas são utilizados nessas atividades.

São exemplos como esse que ratificam a minha crença de que a sustentabilidade já é parte integrante de um novo jeito, muito bem sucedido, de fazer negócios. O Santander aposta nisso e desde 2011 investe ainda mais forte em sustentabilidade com produtos específicos e condições diferenciadas.

Convido você a conhecer nossas linhas de financiamento sustentável. Quem sabe sua obra também não se transforma em um exemplo de boas práticas.

Neubert Cecchetti
Superintendente Corporate Rio de Janeiro

Reconhecimento para a sustentabilidade na estratégia dos negócios

Por Blog do Práticas às 9h22 de 01/11/2012
Semana passada recebemos a notícia de que havíamos conquistado o primeiro lugar no ranking das empresas mais verdes do mundo, segundo a revista americana Newsweek. Em seu Green Ranking 2012: Global Companies, a publicação analisou a performance das 500 maiores companhias de capital aberto do mundo em três aspectos principais: impacto, gestão e transparência.Nossas notas foram as seguintes:

• Pontuação Verde: 85,7
• Impacto ambiental: 88,5 • Gestão Ambiental: 88,4
• Transparência e Divulgação: 61,5

Mesmo reconhecendo que ainda há muito a avançar, ficamos orgulhosos com nossa posição de liderança no ranking – estar em primeiro entre as 500 maiores empresas do planeta certamente não é pouca coisa. Além disso, os critérios utilizados pela publicação reforçam algo que há anos temos perseguido e defendido: que sustentabilidade deve ser parte estratégica dos negócios.

Para se ter uma ideia, no índice de “Impacto Ambiental” são avaliados mais de 700 indicadores. Até mesmo os equity investiments, ou seja, o portfólio de investimentos da empresa, são considerados. Já o índice de “gestão ambiental”, que avalia como os impactos ambientais são gerenciados por meio de políticas, programas, metas, certificações, etc., são analisadas não só as operações da empresa, mas também seus fornecedores e produtos e serviços, com indicadores setoriais específicos. Clique aqui para saber mais sobre a metodologia.

No nosso caso, a publicação destacou a forma como temos incorporado a questão socioambiental na concessão de crédito. O fomento dos negócios sustentáveis é um dos focos do Santander Brasil nesse tema, ao lado da gestão ambiental das nossas operações, da promoção da inclusão social e financeira e da educação.

Hoje, estamos orientando e oferecendo condições diferenciadas de financiamentos para clientes corporativos que pretendem implementar melhorias socioambientais. No caso de empresas com limite de crédito acima de R$ 1 milhão, vamos além: aplicamos uma metodologia própria de análise de risco socioambiental que influencia a concessão do crédito e até mesmo a aceitação do cliente. Sempre que encontramos alguma irregularidade, trabalhamos de forma colaborativa para que seja feita a adequação.

Fazemos isso porque acreditamos que, ao colocar a sustentabilidade em prática, as empresas reduzem riscos e aprimoram sua gestão. Dessa forma, elas crescem de forma mais consciente e o Brasil e o Santander também crescem.

Com o reconhecimento da revista Newsweek caminhamos para o fechamento de 2012 com as energias renovadas. E o melhor: com a certeza de que estamos no caminho certo.

Abraços,

Carlos Nomoto
Superintendente de Desenvolvimento Sustentável

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@equipesantander
O blog do Práticas é um conteúdo do Espaço de Práticas em Sustentabilidade, uma iniciativa que visa compartilhar o aprendizado em sustentabilidade do Santander com a sociedade por meio de conteúdos como o Blog do Práticas, Cursos Online, Videochats, Banco de Práticas e a TV do Práticas. Os post do blog são escritos por funcionários e parceiros de diversas áreas do Santander e visam promover a troca de ideias e informações sobre o tema com a sociedade.
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